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Grutas e mais tons de azul

Published at 23:05 in

Na região mais turística tinha ofertas de passeios em barcos grandes mas, negociei com um pescador e ele nos levou para conhecer as grutas no norte da ilha por um precinho camarada: 15 para duas pessoas. Além de mais barato é exclusivo, tudo que escutávamos era o som da água batendo no pequeno barco.

Formações rochosas que são o símbolo da ilha

Bem no fundo de uma gruta, onde só barcos pequenos conseguem chegar

Água no interior de uma gruta (tirei esta foto sem flash)

Quem nos levou foi o Peter, um rapaz simpático que fala inglês bem e respondeu todas as nossas perguntas sobre a região. O passeio dura cerca de 45 minutos e parte do Porto de Agios Nikolaos.

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Tá na época?

Published at 11:43 in ,

Acho que vale para qualquer ilha na Grécia: planeje bem a data de sua visita em função da temporada. Na baixa temporada a maioria dos restaurantes e hotéis ficam fechados e na alta as praias e vilas ficam lotadas e os preços são mais altos.

Dizem que os melhores meses para visita são maio e outubro, porém as temperaturas podem não estar tão altas (pelo menos em maio deste ano foi assim).

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Circular (e se perder) em Zakynthos

Published at 10:25 in

Não consigo imaginar uma visita à Zakynthos sem carro. Acho uma pena ficar dependendo de ônibus de turismo e, para mim, não estar motorizada significaria perder o melhor da ilha: os povoados pequenos, os restaurantes escondidos, as conversas com a população local, as praias...

Quase tão indispensável quanto carro é um GPS para poder encontrar as vilas e praias sem dificuldade já que a sinalização por lá não é das melhores. Não que se perder em Zakynthos seja um problema :)

Quando me perdi pela primeira vez

Quando me perdi pela segunda vez

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Como chegar

Published at 09:24 in

Na época da minha viagem (maio de 2009) havia duas possibilidades de chegar à Zakynthos a partir de Atenas: De avião (pela companhia Olympic) ou combinando uma viagem terrestre de cerca de 5 horas até o porto de Kyllini com mais 1 hora de ferry.

Descartei a viagem aérea porque queria chegar cedo na ilha e o voo daquele dia só partiria de Atenas à noite. Então para chegar ao porto de Kyllini eu deveria pegar um ônibus ou alugar um carro. Sobre o tal ônibus (parece que a companhia é Ktel) as informações eram escassas e divergentes então acabei desistindo e apelei pro aluguel de automóvel.

Achei muito tranquilo andar de carro na Grécia: a gasolina até que é barata, a sinalização é boa e as estradas são bem conservadas. Só achei muito esquisito (e perigoso) os motoristas transformarem o acostamento das rodovias menores em segunda pista. Tirando isso tudo certo. Ah sim, não pode esquecer o dinheiro trocado pro pedágio.

Cheguei ao porto de Kyllini por volta de 13h30, minutos antes da saída do ferry. Paguei bem mais caro para viajar com o carro (uns 30 contra 5 para viajar sem carro) mas valeu a pena. Explico o por que no próximo post ;)

Achei mais informações (em inglês) sobre acesso aqui.

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Introdução à Zakynthos

Published at 16:32 in

Zakynthos é uma das ilhas Iônicas, um arquipélago que fica no mar Adriático a oeste da Grécia continental. Não é uma ilha pequena (são cerca de 406 km²) e a paisagem por lá é bem diversificada: o norte de Zakynthos é mais montanhoso e com ares de interior e o sul é mais plano e mais turístico (na minha opinião bem menos charmoso).

Já disse que fui parar em Zakynthos por conta de uma obsessão, mas como se trata de uma ilha pouco conhecida pelos turistas (ao menos pelos brasileiros) a pesquisa e planejamento de viagem não foi simples: não encontrei informações atualizadas sobre formas e horários de acesso e até chegar lá não tinha noção de onde me hospedaria. Por isso vou postar uma série de dicas que não encontrei na web e que acho importante para quem arrisca fugir do roteiro mais tradicional.

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Quando os olhos não podem crer

Published at 16:15 in

Foto: Praia de Navagio (também conhecida como Shipwreck)

Desde que vi uma foto desta praia não consegui parar de pensar nela. A partir de Atenas viajei 5 horas de carro + 1 hora de ferry + uns 40 minutos de carro na ilha de Zakynthos apenas para conferir se a cor da água era de verdade.

Não só tudo é real como também a ilha da qual eu nunca tinha ouvido falar se tornou dos destinos mais apaixonantes que conheci. Dia desses conto mais sobre ela.

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Vista panorâmica em movimento

Published at 10:57 in

No meio de uma das ruas principais, entre alguns monumentos importantes, funciona um parque de diversões (parece que apenas em determinadas épocas do ano, mas não consegui saber quais).

Acontece que assim que cheguei na cidade fui procurar o meu hotel de mochila nas costas e dei de cara com esse parquinho muito colorido e barulhento. Pensei na hora que era uma ótima oportunidade de ver Amsterdam de cima. Como sou metida a corajosa escolhi o "Around the World", umas cadeirinhas que sobem bem alto enquanto giram formando um círculo bem grande sobre as casinhas e canais da cidade.

Também tem roda gigante. E tem batata frita, algodão doce, casa do terror e tiro ao alvo. Gostei e recomendo.

Vai lá:
Parque de diversões em Amsterdam
Rua Damrak
Quase em frente ao Paleis op de dam

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Receita de picnic*

Published at 09:18 in

- Escolha um final de tarde ensolarado;.

- Junte algumas baguetes numa sacola bem bonita;

- Não economize nas cangas e paninhos da vida;.
- Arrume uns queijos nacionais, patês , frutas e muitas madeleines;.
- Leve bastante vinho sem esquecer do saca-rolhas mas, se conseguir reunir uma turma boa de copo arrume logo uma caixa de 5 litros :)

- Fique até anoitecer e aplauda quando a torre começar a brilhar!


Vai lá:
Champs de Mars
7ème arrondissement, em frente à torre Eiffel
(como se precisasse dizer)

Para as comidinhas e bebidas:
Franprix ou Monoprix
Redes de supermercados com lojas espalhadas por toda a cidade
(atenção porque é difícil encontrar lojas abertas no domingo)

*desaconselhado para meses de inverno

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Marie mijoná

Published at 21:42 in

Eu sei que essa imagem não prova absolutamente nada, mas juro que vi a senhora distinta da foto abaixar a calçola e fazer um xixi entre os carros estacionados bem no meio do Les Marais. Tranquilona, depois de se aliviar ela continuou andando normalmente, com o seu trench coat e um impecável corte de cabelo channel.

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Crepes bretões na Normandia

Published at 10:29 in

Sabe esse endereços que são tão bons, mas tão bons que deixam você querendo manter segredo? Essa casa de crepes, tinha pratos tão divinos, um pequeno salão tão aconchegante que tive vontade de guardá-la só pra mim.
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Mas hoje num surto de generosidade ;) resolvi revelar não só o endereço como os meus eleitos: um galette de sarrasin (que nada mais é que uma massa bem fininha preparada com trigo sarraceno) com um recheio sério que leva batatas, queijos, ovos e uma espécie de geléia de cebola surpreendente). Para sobremesa um crepe que é inspirado na famosa sobremesa Belle Hélène. Tudo acompanhado por cidra local, bien entendu!
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Vai lá:
La Regalière
12, rue Massacre
Métro: Palais de Justice
De segunda à sábado entre 11h45 e 23h
+ 33 (0)2 3515 3333

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AF447

Published at 11:53 in

Bandeiras a meio-mastro e um nó na garganta que não passa.


Maison du Brésil - Cité Universitaire de Paris